| back on my back |
[14 Jun 2008|01:37am] |
maybe i'm sleeping again away ahead my sleep sleeps my heart
bluffff farta disto, deste sonífero que me pede mais todos os dias destas cabeças que se levantam ao ver-me passar á espera que faça algo por elas farta do egoismo morto. aquele não não tem remédio. farta de me arrepender. de não ter privacidade ter que conviver com gente que nada me traz e a quem nada quero dar farta farta farta... de não ter outra cabeça como a minha nem a minha só para mim e estar à espera sentada no vazio e ter errado outra vez maybe
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[13 May 2007|10:12pm] |
pensar muito sobre as palavras é compromete-las e eu hoje vou só tentar dizer qualquer coisa que me faça sentido. Que me alimente a boca. ao dize-las
lá estou eu a pensar novamente a acender repetidamente o cigarro que deixo apagar no meio. da distracção lá estou eu a levar-me daqui e a ir buscar-me a nunca me deixar estar. onde estou. a prender-me. a soltar-me a juntar os meus restos para poder espalha-los pelos dias. que me ultrapassam
lá estou eu. a tentar anular-me a passar as unhas pelo cabelo como quem sangra uma fonte a deixar-me encostada. Ao vazio a querer fazer tudo. ou fazer nada a controlar a respiração. só porque é isso. que deve ser feito a procurar uma musica que me deixe em estado algum. ou algum estado
a pensar. novamente. comprometendo. as palavras. a servir-me dos cigarros como se fossem velhas barcas atracadas nos meus lábios num porto de águas salgadas onde os meus olhos se afogam e reflectem. a minha vida.
lá estou eu. a sentir tudo isto a filtrar a dor num papel a ouvir esta musica. e mais uma vez. a ver as bolas de fumo. subir. na parede.
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[13 May 2007|08:38am] |
estou burra. mas estou tão bem já tentei angustiar-me. como sempre parece que não tenho mais nada que fazer sempre em busca de paz e no entanto não sei tirar partido do que consigo estes estados do absurdo que me deixam assim
tenho aqui um aquecedor.tenho sono. algodão em volta de mim o corpo quente. os pés serenos. e um isqueiro se me apetecer fumar ando rouca mas também não preciso de falar agora hoje posso-me negar. se for capaz
um dia assim. sem mais nada para eu não me confundir
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[07 May 2007|01:10am] |
Não me apetece mesmo nada acordar agora nem sair deste casulo de almofadas onde me encosto e me esqueço e fico dormente para o mundo
No entanto sinto-me um despertador. em mim um relógio de soluços engasgados como se me puxasse para dentro e me tentasse engolir sem me deixar mastigar primeiro
Tenho ideias soltas que vão passando à minha frente mas todas elas me provocam um qualquer tipo de agitação que eu prefiro deixar afastada
É o descanso do guerreiro o suspiro alongado para fazer o balanço de dias parecidos. Com este.
É a vontade de sentir mais qualquer coisa e dar mais uma oportunidade ao meu peito de descansar
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| estou farta de gente anormal! |
[01 May 2007|09:20am] |
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music |
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blame it on my youth |
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nem sei bem o que isto quer dizer porque me confundo toda julgo-me sempre alucinada e espero pacientemente, pelo acordar por um qualquer dia balançado em que não me desiludam em que eu não me veja centro de uma cospiração doentia para me calar no meu retrato.
tenho os pés com vontade de aquecer e o peito mirrado pelo frio tenho um suspiro desconsolado sentado na minha garganta à espera que o salve
sinto-me embalada e já não me apetece mexer
deve ser do sonifero que veio na lata de sumol e se deita agora comigo na minha cama
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[06 Apr 2007|09:04am] |
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mood |
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none nor other |
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e aprender que estás tão longe
o verso final de toda a poesia e o que resta de tudo o que se diz numa batida lenta. de quem já deu por terminado o dia e ainda assim não consegue dormir
devia fumar menos, mas não sei
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[29 Mar 2007|06:22am] |
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mood |
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music |
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hold still for a moment |
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só chegar aqui não chega eu não chego tenho a garganta seca e o perfume das uvas. a correr dentro da minha cabeça o cheiro da terra molhada. saído de um frasco e os meus cabelos como fios de seda enegrecida passeando-se pela minha mão. um ponto negro pregado á parede e outros tantos pintados. por mim com a sede. de beber mais e ficar quieta a respirar. a ouvir o meu corpo adormecer
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[11 Feb 2007|07:12am] |
ACHO QUE VOU VOLTAR ÁS VELHAS CONVERSAS Já nasce o dia e eu nem vi a noite morrer
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[10 Feb 2007|08:42am] |
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Eu até gosto do tempo que passa.
Se ouvissemos todos a mesma musica eu não me sentiria tão sozinha nem saberia bem o que fazer não estou habituada Servem-se de mim para fazer qualquer coisa mas é sempre outra coisa E eu vou sabendo estar sozinha Como se nada mais houvesse ou ninguém me pudesse alcançar
É tudo diferente São todos estranhos e já houve um tempo em que não era nada assim
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| object subject |
[10 Feb 2007|08:10am] |
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mood |
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none or other |
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music |
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whatever.. |
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Estaremos assim tão vazios que esgotámos as palavras... blurp
Não consigo dormir e nem sei quantas vezes já disse isto E penso sempre muito mas nada que nos faça falta Queria poder voltar a ontem quando a minha tristeza era feita de palavras de bocados de histórias que me faziam sentido mas que não eram realmente minhas passavam. deixavam rasto. Mas não deixavam ferida. Não quero sentir mais que isto! nem quero mais nada detesto o plástico que me cerca e a prata. o ouro. todos esses brilhantes. detesto a noite e assustam-me os dias quero a morte num suspiro e que ninguém mais me recorde quero ser um fantasma e dormir sem ter que acordar
bláh
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[06 Jan 2007|08:22am] |
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music |
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downtowntrain |
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Xananix i really worry about u
não sou ninguem p falar mas mexe muito comigo o que te vejo ser magoa-me. não poder ser aquilo que precisava de ti Nunca estamos em condições para falar pelo menos eu estou sempre a leste mas preocupo-me tanto .até já nem sei bem o que quero Apetecia-me estar doente E que fosses tu. a olhar por mim nunca o fizeste E sinto-me incapaz de te fazer sentir as coisas lindas que temos tanto amiga! é tão bastante por esta noite e outras Sinto-me tão triste tão incapaz esta dor deixou de ser minha e dói-me tanto mais a tua
que será melhor a morte que ter que te sentir assim
shoooooooooot me pls
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[14 Nov 2006|05:09am] |
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mood |
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music |
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Too drunk to fuck |
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Sempre que os meus lábios me falham recorro aos teus repito-me no cheiro do colchão agarrada ao que for num sopro de veludo queimando-me a pele Como neste momento em que me encosto e tento repousar os meus olhos da sempre mesma. visão de ti. Da sempre mesma madrugada de ruas desertas nós dois sós. no mundo. na roda da minha cabeça apoiada. num suspiro constante. numa falha do tempo que dita esta distância esta vontade
Sempre que a minha boca me falha sirvo-me da tua e embarco no meu corpo em busca. do teu. de umas quaisquer mãos que me prendam e me acordem. deste silêncio. e me levem para longe. de mim. Para que nunca mais sinta. esta falta.
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[12 Nov 2006|08:41am] |
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music |
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c'mon billy (talk to me) |
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Hoje vamos ser artistas vamos dar cabo de todos os que se julgam herois das donzelas, insignificantes... douradas das águas sem gás e de todos os lights de qualquer coisa sempre fingida Eu não ando aqui para fazer figura
Pardon (novamente) por não saber ser tão vazia
o meu vazio é só palavra porque fica bem têm carisma
mas na verdade estou preenchida sempre com espaço para mais mas com poucas faltas porque o mundo é meu sempre que queira ou me faça sentir com força O mar alivia-me e tão pouco que olho para ele e tanto que nos sabemos ver
Já esgotei esta musica Pena vou ter que encontrar outra ups, e há tantas nem as consigo ver
estava capaz de arriscar na annie lenox cover from the marley man 'i don't want to wait in vain'
mas se calhar nem existe é só uma fantasia minha como tantas outras que não me querem deixar dormir.
ponto.
Acho que estou farta de me anular. devia deixar de me anular mesmo perdendo o interesse todo o que houvesse ao menos seria real almost out of control (que é quase chinês para mim)
fluir sem matéria sempre sem qualquer coisa para poder sentir a falta como uma tortura delicada forçada Por mim.
Um dia hei-de fazer apenas e tão só aquilo que quero Um dia será Aquele dia Mas é só um dia destes.
até lá i'll just flow the whatever ever world Juro! que não me apetece estar aqui é um investimento quase inutil
já sem acentos como um pecado gramatical alojado no meu ombro corrompendo toda a minha circulação os meus espasmos mentais as minhas mãos
Saber parar é ter a consciência breve de um momento necessário para que tudo volte à velha forma...
becitu (to the world)
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[10 Nov 2006|10:04am] |
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music |
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I'll be seeing you.. lalala |
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oh my most of myself
quando me liberto há sempre aquele corte de quem sabe, mais, ou diferente, do que o resto pode compreender
é a maior solidão estar presente num voto nulo como quem diz... fazei de conta que não estou aqui ninguem mais chegará a este meu estado
Pardon
mas ninguém mais fará parte deste filme ouvir a nina simone a estas horas da manhã..
ninguém se importa! e eu... tão pouco tanto que quero saber de todos esses suspiros inuteis
com acentos... despidos qualquer coisa, nunca será nada tão imenso como o que sinto neste momento
só tanto e apenas. um cigarro. outro ponto final com parágafo Tantos olhares tão iguais
e nunca, nunca nenhum parecido com o meu
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[08 Nov 2006|02:24am] |
my back hurt and i can't think of anything to say at least nothing... that i can write in all this white
aH
Again 'the beauty of you', i like the 'Coldfinger' part of me in me like an addiction
Que banalidade! lá estou eu a pensar outra vez como se não tivesse outra coisa para fazer e realmente não tenho pelo menos nada. que me apeteça fazer.
Tenho a mania que hei-de escrever muito mas não têm que ser hoje talvez amanhã outro dia qualquer. também.
É só por isso que não posso morrer ainda. por isso e por outra coisa. qualquer. Que não me recordo agora
mas também já me esqueci do que ia dizer..
ahhhhhhh... is it night already?!
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[22 Oct 2006|09:48am] |
Se fosse totalmente honesta neste momento e apesar de todos os sorrisos, as gargalhadas, os shots as empantias forçadas e que eu até gosto e sei k amanhã me volto a sentir feliz não me importa assim tanto
Quero morrer hoje! Quero mesmo e só escrevo isto porque sei k não o possso dizer não o posso escrever não quero mais opiniões
de quem está ausente... só eu e eu, em tudo isto
gosto do Woody porque me faz rir simplificar esta dor ou estas todas, que eu n vou chegar a saber
porque me calei e matei parte de mim adormeci-me
eu e a Nina we'll be seeing you in all the old familiar places that this heart of mine embraces all day through....
blurp me please before blurp gets to me and it will be too late!
drama classes private me& mi petit patapom catita
and this... again and again
schhhhhhh
http://www.youtube.com/watch?v=Doz48L-wm5Y
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[29 Sep 2006|03:44am] |
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music |
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everybody loves the sunshine |
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Podia mergulhar os olhos, agora num filme qualquer e esquecer-me de ti Entrar no compasso das velhas batidas E deslizar no meu ouvido Sem ter que saber se estou viva ou se só me habito Passear-me. em mim. Sem me prender a nenhum detalhe ou ruga do meu pensamento Ficar sentada à espera que chegues Com o que resta dos meus olhos e o desejo de os ver nos teus Num qualquer filme esquecer-me Que navego na boca do vento por entre as ondas do teu cabelo Como um náufrago deixado à sorte Sem vontade de voltar
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[27 Sep 2006|12:35am] |
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Tive uma vontade agora nem sei de quê parei a olhar as minhas mãos pousadas no teclado imóveis cansadas Não dizem nada Só se arrastam na minha loucura
Hoje pintei as unhas de sangue vermelho água Como uma acendalha na ponta das minhas mãos no precipício Acendi um cigarro Mas nem isso as faz mexer Deixam-se para ali estar pousadas Sem vontade nem sei de quê Porque não falam. comigo. e eu tinha tanta coisa para contar
Que tenho as unhas em fogo ardente Consequência do meu retrato.
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[26 Sep 2006|04:26am] |
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music |
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the beauty of you |
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Apetecia-me estar sentada numa outra posição Qualquer coisa com mais vida mais vontade Que não me deixe os pés dormentes Não me faça pensar muito E me acalme. Trago sempre a mesma dor de barriga um espeto, que se alojou nas minhas entranhas e vai cravando de mansinho cada vez mais profundo mais dentro de mim Sentada num buraco, pronto a engolir-me
Nunca faço nada para me travar espero que chegues primeiro Na brisa fresca da noite Ou nos primeiros sons da manhã Acordar-me deste estado de dormência em que mergulho os pés e deposito a alma Em que me habito.
gostava de ter espelhos em todas as paredes. para não me esquecer.
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